Suspeitos de canibalismo que vendiam empada com carne humana vão a júri popular nesta quinta-feira
O trio acusado de matar, esquartejar, comer e fazer salgados com restos mortais de três mulheres em Pernambuco vai a júri popular nesta quinta-feira (13). Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 52 anos, Isabel Cristina Torreão Pires, 53, e Bruna Cristina Oliveira da Silva, 28, estão presos desde 2012, quando os crimes foram descobertos.
Eles confessaram os crimes e disseram se tratar de uma “missão” espiritual. O trio responde por ocultação de cadáver e homicídio quadruplamente qualificado (por motivo fútil, meio cruel, sem chance de dar defesa à vítima e para assegurar a execução, ocultação e impunidade de outro crime).
Descoberta
O caso veio à tona em abril de 2012, quando a polícia encontrou na casa de Isabel, Jorge e Bruna dois corpos enterrados no quintal. Os três viviam um triângulo amoroso. Isabel Cristina confessou que vendia salgados recheados com carne das vítimas pela região.
Além das duas mortes em Garanhuns, a polícia informou acreditar que o grupo é autor de outro crime, ocorrido em Olinda, em 2008. Segundo o delegado, o trio teria criado uma seita macabra, cujo objetivo seria “conter o avanço da humanidade".
Do Correio 24 Horas
Eles confessaram os crimes e disseram se tratar de uma “missão” espiritual. O trio responde por ocultação de cadáver e homicídio quadruplamente qualificado (por motivo fútil, meio cruel, sem chance de dar defesa à vítima e para assegurar a execução, ocultação e impunidade de outro crime).
Descoberta
O caso veio à tona em abril de 2012, quando a polícia encontrou na casa de Isabel, Jorge e Bruna dois corpos enterrados no quintal. Os três viviam um triângulo amoroso. Isabel Cristina confessou que vendia salgados recheados com carne das vítimas pela região.
Além das duas mortes em Garanhuns, a polícia informou acreditar que o grupo é autor de outro crime, ocorrido em Olinda, em 2008. Segundo o delegado, o trio teria criado uma seita macabra, cujo objetivo seria “conter o avanço da humanidade".
Do Correio 24 Horas

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